terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Prefeitura de São Luís segue com programação alusiva ao mês de combate às Infecções Sexualmente Transmissíveis


A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus) deu prosseguimento, nesta segunda-feira (2) às ações de conscientização contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), na capital maranhense. As atividades, que começaram no dia 27 do mês passado, vão até o próximo dia 20, com promoção de eventos e oferta de testes rápidos para detecção do vírus HIV em pontos estratégicos da cidade. A abertura oficial da campanha ocorreu neste domingo (1º), com a montagem de estrutura da Semus na Feirinha São Luís e formação de laço humano, símbolo da campanha contra a AIDS.

Até o dia 7 deste mês, as ações de conscientização contra as ISTs se estenderão para unidades de educação de ensinos fundamental, médio e superior. Nesta segunda-feira (2), das 14h às 17h, foi montada estrutura na Praça Deodoro, com promoção de rodas de diálogo sobre prevenção combinada, aconselhamento, distribuição de preservativos e géis lubrificantes. Nesta terça-feira (3), técnicos da Semus farão rodas de conversa com alunos em escolas. Uma delas será a Unidade de Ensino Antônio Vieira, localizada na Rua Cônego Ribamar Carvalho, no Jardim São Cristóvão.

Para o secretário municipal de Saúde, Lula Fylho, o reforço das ações demonstra a preocupação da Prefeitura com o bem-estar da população. “Além da agenda contínua durante o ano, com a oferta de estrutura para o controle viral, foi determinado que nossos profissionais se mobilizem para reforçar, junto à população, a importância da proteção contra estas enfermidades”, disse.

ORIENTAÇÃO

Na quarta-feira (4), das 8h às 16h, será realizado no Porto do Itaqui, o trabalho de orientação sexual com funcionários. Na mesma data, a partir das 19h, haverá mesa redonda e debates sobre como evitar Infecções Sexualmente Transmissíveis com alunos do Cintra, no Anil.

Até setembro deste ano, foram diagnosticados 80 casos de AIDS em adultos, configurando uma tendência de queda em relação ao ano passado, quando foram 291 casos. Uma das razões dessa redução, além da ampliação das políticas de controle da doença, foi a massificação dos testes rápidos, que inibem as possíveis subnotificações e possibilitou a oferta do tratamento pela rede pública.

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