sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

185 Alunos de Paço são certificados no Curso Librando em Sala de Aula


Cento e oitenta e cinco alunos das UEBs Monteiro Lobato, no Maiobão, e Fátima Oliveira, na Maioba, receberam certificados do curso da Linguagem Brasileira de Sinais (Libras). O evento foi realizado nesta terça-feira, 18, no Instituto de Ensino Superior Franciscano (IESF), na Avenida 14 do Maiobão, pela Prefeitura de Paço do Lumiar, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

A certificação faz parte do projeto Librando em Sala de Aula, elaborado pela Divisão de Atendimento Educacional Especializado da Semed. O objetivo é promover a inclusão e atender às necessidades de comunicação satisfatória entre todos os estudantes que convivem no mesmo ambiente escolar.

“Hoje foi a entrega de certificados. O projeto faz o entrosamento entre os alunos que têm deficiência auditiva com os demais, permitindo uma boa comunicação entre todos”, explica o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra (PCdoB).

Durante o curso realizado nas duas escolas municipais, foram desenvolvidas ações da Linguagem Brasileira de Sinais durante 40 horas. Para a coordenadora Walneide Massett, o projeto torna a inclusão mais eficaz e efetiva nas escolas de Paço do Lumiar.

“O projeto foi um passo importante. Ele abre portas para outros, como o Librando na Semed e a adaptação de materiais curriculares para pessoas com surdez nas escolas”, ressaltou.

A proposta do Librando em Sala de Aula foi muito bem recebida entre os alunos, o que animou o secretário municipal de Educação, Paulo Roberto Barroso.

“É um avanço em nossas escolas. O projeto despertou o interesse pela Libras, favorecendo a inclusão, a comunicação e a socialização entre os alunos. Eles realizaram o curso para melhor se comunicar com os colegas que são deficientes auditivos. Isto é inclusão de fato”, observou o secretário.

Para a aluna Thaís Oliveira, o curso foi bom para todos compreenderam a importância do respeito que se deve ter com as pessoas com necessidades especiais. “Eu passei a dar mais atenção às pessoas surdas. Agora consigo conversar com elas, entender o que dizem. É muito legal”, declarou a estudante.

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