sábado, 4 de novembro de 2017

Robert Serejo confessa a polícia ter estuprado e matado a menina Alanna Ludmila

Em coletiva na tarde deste sábado (4) no Quartel do Comando Geral da PMMA a polícia militar apresentou, Robert Serejo da Silva (33 anos), o criminoso foi preso enquanto tentava fugir da capital e foi identificado dentro de uma van pelos policiais militares, Sub Tenente Burgos e o SGT Cesar que estavam de folga, e pediram para o motorista parar na barreira da estiva, onde funciona uma barreira policial, e lá deram voz de prisão ao criminoso.

Durante a coletiva foram repassadas as informações colhidas no depoimento em que Robert confessou ser o autor do crime. De acordo com o criminoso ele chegou à casa, pulou o muro e entrou pela porta dos fundos utilizando uma cópia da chave que possuía quando ainda tinha relacionamento com a mãe da vitima.

Ainda no depoimento Robert foi até a residência com a intenção de estuprar e matar a menor pois sabia que a vitima estaria sozinha na casa. Ao entrar na residência encontrou a menor saindo do banheiro, que ao ver o criminoso se assustou, ele colocou as mãos na boca vítima impedindo seus gritos de socorro. Em seguida ele consumou os crimes e retornou a sua residência.

O assassino nega a participação de qualquer outra pessoa no episódio. E foi encaminhado ao Sistema Penitenciário onde vai cumprir o mandado de prisão que conta em seu desfavor.

Em sua fala o Sub Comandante da PMMA Coronel Jorge Allen Guerra Luongo parabenizou a ação dos policiais militares que mesmo em sua folga cumpriram com seu compromisso policial militar, parabenizou também todo o sistema de segurança pública que não mediu esforços para solucionar esse caso.

Para o Secretario de Segurança Pública Jefferson Muller Portela a ação conjunta do sistema de segurança do Estado, que trabalhou de forma integrada, é a prova do compromisso que o governo do Maranhão tem com a sociedade. Completou fazendo um apelo aos pais que observem os sinais que as crianças emitem “escutem suas crianças, é alarmante o alto índice de estupro de vulneráveis no seio familiar, que na grande maioria dos casos são praticados por pessoas próximas ao convívio da família, parentes, vizinhos e amigos”.

Ao final, jornalistas que acompanhavam a coletiva fizeram questão de parabenizar todos os envolvidos na elucidação deste caso que chocou a população maranhense.

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