quarta-feira, 12 de abril de 2017

Prefeitura de São Luís apresenta balanço orçamentário e financeiro de 2016

A Prefeitura de São Luís apresentou, na Câmara Municipal, o balanço orçamentário e financeiro do último quadrimestre de 2016. Na ocasião foram mostrados dados de como o executivo municipal cumpriu todas as exigências da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e, apesar da crise financeira, medidas de austeridade fizeram com que as contas fechassem dentro do que preconiza a lei. Para este ano, a perspectiva de arrecadação é melhor.

O secretário municipal de Fazenda, Delcio Rodrigues, foi o responsável pela exposição que contou também com as presenças dos secretários Lula Fylho (Governo), Helena Duailibe (Saúde), José Cursino Raposo (Planejamento), e Jota Pinto (Assuntos Políticos).

O secretário Fylho destacou o fato de a Prefeitura conseguir manter a ordem financeira, mesmo em um ano em que os repasses constitucionais diminuíram e a arrecadação também foi menor do que a esperada. “O ano de 2016 foi muito desafiador para a gestão e exigiu um esforço coletivo da equipe para manter as contas públicas em um nível de razoabilidade sempre com muita responsabilidade por parte da gestão do prefeito Edivaldo. Com todo funcionalismo pago em dia, as contas dentro dos limites constitucionais. Ou seja, tudo que preconiza a lei foi obedecida. Isso mostra que há acompanhamento para que mesmo em um ano de queda de repasses e arrecadação a gente consiga manter todos os índices em dia”, frisou Lula Fylho.

O secretário Delcio Rodrigues falou que a crise financeira do país fez com o que o município se preparasse para a queda de repasse. A expectativa era de fossem arrecadados R$ 2,8 bilhões, mas este número ficou em 2,6 bilhões. “É uma diferença considerável, que impactou a receita. As ações da secretaria de Fazenda estão sendo desenvolvidas em 2017 justamente para termos mais recursos para que todos os serviços sejam realizados”, disse o secretário, ressaltando que, com a avaliação de 2016, foi possível perceber como melhorar a arrecadação onde houve maior queda.

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