terça-feira, 28 de julho de 2015

Prisão de executivos na Lava Jato coloca Lobão no centro de escândalo de corrupção

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (28) a 16ª fase da Operação Lava Jato, chamada de Radioatividade porque o foco das investigações são os contratos firmados por empresas envolvidas na Lava Jato com o setor elétrico durante a gestão de Edison Lobão à frente do Ministério de Minas e Energia.Durante a Operação, a PF prendeu o ex-presidente da Eletronuclear, acusado de pagar propina para participar de obras da usina nuclear Angra 3.

Ex-executivos e doleiros que aderiram ao Programa de Delação Premiada, afirmaram que o ex-ministro e senador Edison Lobão teria cobrado R$ 1 milhão  em propina apenas para não atrapalhar as negociações em torno da obra de Angra.

Segundo a PF e o Ministério Público , a Operação Radioatividade foi deflagrada com base depoimento à Justiça do ex-presidente da Camargo Corrêa Dalton Avancini. Dalton afirmou em depoimentos que as propinas obtidas na teia de corrupção da Petrobras eram destinadas a políticos do P

Investidores da Eletrobras planejam ir à Justiça para reaver as perdas sofridas em função dos desvios na Eletrobras durante a gestão de Edison Lobão. A Eletrobras tem papéis na Bolsa de Nova York , sendo obrigada a prestar informações detalhadas de suas operações.

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