quinta-feira, 23 de abril de 2015

Renan Calheiros, disse nesta quinta(23) que não vai permitir a terceirização de atividades-fim das empresas

O presidente do Senado, Renan Calheiros, disse nesta quinta-feira (23) que o Senado não vai permitir a terceirização de atividades-fim das empresas, como foi aprovado no projeto que regulamenta a terceirização aprovado na Câmara dos Deputados. Renan chamou a proposta de “pedalada contra o trabalhador”. Ele afirmou que o PMDB tem compromisso com os direitos trabalhistas garantidos pela Constituição. O projeto, que ficou 12 anos na Câmara, terá tramitação normal no Senado.

— É fundamental regularizar os terceirizados, temos no Brasil 12 milhões. Mas não podemos regulamentar, sob hipótese nenhuma, a atividade-fim. É uma involução, um retrocesso. Significa revogar os direitos e garantias individuais e coletivos — disse.

Renan afirmou que a tramitação do projeto no Senado será realizada sem pressa, com distribuição correta para as comissões pertinentes, muito debate e durante o tempo que for necessário. Ele alertou para os riscos que podem vir de uma apreciação açodada.


— Nós vamos fazer uma discussão criteriosa no Senado. O que não vamos permitir é pedalada contra o trabalhador. Não podemos permitir uma discussão apressada que revogue a CLT. Não vamos ter pressa. A matéria tramitou na Câmara por 12 anos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário