segunda-feira, 27 de abril de 2015

Prefeitura de São Luís promove requalificação urbana na comunidade do Baixão, no Jardim São Cristóvão

Moradores da comunidade do Baixão, no Jardim São Cristovão, comemoram mais um beneficio da Prefeitura de São Luis, que chega para melhorar a qualidade de vida das famílias. Depois da construção de uma ponte de concreto, a comunidade do Baixão agora está recebendo um pacote de obras, que inclui serviços de calçamento em bloquete e de construção de meio-fio e de sarjeta.

"Os moradores do Baixão viviam isolados, mas graças a sensibilidade do prefeito Edivaldo estamos resgatando a autoestima das famílias da comunidade e garantindo um local de moradia adequado e digno", ressaltou o secretário municipal de Obras e Serviços Públicos (Semosp), Antônio Araújo.

Os serviços executados pela secretaria, além de assegurar mobilidade e aspecto urbanístico de melhor qualidade, previnem a formação de poças d'água e de lama sobre as pistas das ruas, facilitando o escoamento de água e evitando a proliferação de doenças como a dengue.

"A nossa comunidade não tinha nada. Era esquecida. Nós vivíamos completamente isolados", aponta Juarez da Silva Reinaldo, ao relatar o sofrimento dos moradores na Rua São Jorge, antes da construção da Ponte do Baixão, realizada pela Prefeitura há menos de um ano.

Proprietário de uma pequena lanchonete no cruzamento da Rua São Jorge com a Travessa Epitácio Cafeteira, Carlos José acredita em futuro muito melhor para ele e a sua família. "Moro aqui há 20 anos. Sempre tirei o sustento da minha família da minha lanchonete. As vendas eram boas, mesmo com os problemas de infraestrutura, imagina agora que as pessoas vão poder vir aqui sem dificuldades, sem lama. Com certeza, vou vender muito mais", previu, em tom confiante.

PONTE DO BAIXÃO

No ano passado, a Prefeitura de São Luís construiu uma ponte de concreto na Rua Professora Rosa, com seis metros de extensão, interligando a comunidade do Baixão ao bairro São Cristovão. Os trabalhos fizeram parte de um conjunto de intervenções determinadas pelo prefeito Edivaldo para reabilitação de 31 áreas que eram afetadas por inundações.

A ponte substituiu uma estrutura precária e improvisada que havia no local e deixava a comunidade isolada e ausente de serviços públicos. Antes da construção da ponte, veículos como ambulâncias e viaturas policiais deixavam de entrar na comunidade, dificultando a prestação de serviços essenciais aos moradores, como segurança, transporte coletivo e saúde.

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